segunda-feira, 17 de novembro de 2008

A DECIDA DO ESPIRITO SANTO, 2.1-14.

A Igreja de Cristo nasceu em tempo de avivamento; Qualquer outro ambiente é sufocante para uma igreja viva.

Milhares de crentes, em todas as partes do mundo, estão suplicando pedindo um avivamento mundial. Qual seria a natureza de tal avivamento? A resposta encontra-se na narrativa do derramamento do Espírito Santo no Pentecoste. O grande tema do Livro de Atos é o transcendente poder que o Espírito concede
àqueles que o reclama.

2.1-4 E, cumprindo-se o dia de pentecostes, estavam reunidos no mesmo lugar:
E dirrepente veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda á casa em que estavam assentados.
E foram vistas por eles línguas repartidas,como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles.
E todos foram cheio do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem.

E cumprindo-se o dia de pentecostes (v.1 ): Realizavam-se três festas anuais em Jerusalém, às quais todos os homens tinham de assistir: a festa da Páscoa, a de pentecoste (ou seja a festa das primícias) e a dos Tabernáculos, A festa de Pentecoste (Palavra que significa cinqüenta) vinham cinqüenta dias depois da páscoa, Lv. 23.15-21.

O Espírito Santo deixou o céu e veio à terra na ocasião de realizar-se uma solene festa em Jerusalém, a que assistiam dois a três milhões, calcula-se, de Judeus e prosélitos “ de todos (v. 1) : Isto é, os onzes apóstolos, Matias, as mulheres, Maria mãe de Jesus, os irmãos dEle e outros - as “quase cento e vinte pessoas” (cap.1.13-15) que ficavam em Jerusalém, esperando a promessa do Pai (cap. 1.4,5), até que do alto fossem revestidos de poder (Luc. 24.49).

Estavam todos reunidos np mesmo lugar (v, 1): Antes da crucificação, os discípulos procuravam a primazia. (Lede Mat 20.20-28; Luc 22.24.) Mas dá a entender que, depois da crucificação e ressurreição do Mestre, deixaram sua carnal-idade. Desaparece de nós a contenda em proporção de ficarmos na presença de Jesus ressuscitado. a palavra “unanimente” , cap. 1.14. Foi. Também, grande vitória quando abandonaram os cuidados do mundo ( João 21.2.3) para passar os dez dias em oração.

Os discípulos, ao voltarem da ascensão, foram logo ao cenáculo onde “perseveraram unanimemente em oração”, cap. 1.12-14. porem, parecem mais provável estivessem no templo, na ocasião do batismo no Espírito. Lede Luc. 24.53. nata-se que passavam os dez dias tanto louvando á Deus como orando.
De repente veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso( v, 2): Nas escrituras, o vento é usado freqüentemente como símbolo do Espírito Santo. (lede Ezq. 37.1-14). Cristo, na palestra com Nicodemos, comparou o Espírito Santo a uma Brisa refrescante, purificante, vivificante. Não se ver esse “ vento” divino, mais João 3. 8, porém no pentecoste foi um estrondo (“de repente”), não um som como de vento que se levanta gradualmente. Foi como um vento forte e violento (“impetuoso”) ,representando a força do sopro divino que encheu a casa de Deus, entrou nos assistentes na ocasião e passou para toda á Terra, criando, vivificando e renovando como quando “ o Espírito (fôlego ou vento) de Deus se movia sobre a face do abismo”. Na criação, Gênesis cap.1.2. pode-se imaginar Jesus Cristo, no pentecoste, em pé, a destra de Deus, assoprando sobre os cento e vinte discípulos e dizendo “ recebei o Espírito Santo”.
(compare João 20.22, 1ª Cor 15.45.)
Como que de fogo (v.3): com esta manifestação os discípulos, sem duvida, lembram-se das palavras de João Batista, que Cristo ia Batiza-los com o Espírito Santo e com fogo, Mt. 3.11. É provável também, que lhes vieram á mente as palavras de Êxodo. 3.1,2 1ª Rs 18.36-38 e de Ez 1.4.

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